Era uma vez...Nos tempos que as motanhas engravidavam, uma montanha ficou gravi-da. Começou então, a fazer barulho. O baru-lho cresceu, cresceu, cresceu e...virou um ba-rulhão. Meninos e meninas levavam um baitasusto. Mas ficaram curiosos. Imaginavam queo filho de dona montanha seria um gigante tãogrande, tão grande,mas tão grande que não ca-beria no mundo.
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A futura mãe se mexeu Se mexeu mais. E ma-is. E mais. Os garotos tremeram. Abriram osolhos. Que medão! De repente, buuuuuuuuu-uuuuuuum!!!Viva! Dona montanha deu a luz.A garotada abriram os olhos devagar. Não a-creditaram no que viram. Era um ratinho.
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Fazer muito barulho por nada não é coisa dadoa montanha. Muita gente faz a mesma coi-sa. É o caso daClô. Ela ia participar campeo-nato de natação. Em vez de treinar, se elogia-va. Dizia que era a melhor de todos os compe-tidores, que batia todos os recordes, que tinhaos melhores maiôs, as melhores toucas, os me-lhores técnicos. E por ai vai. No dia da compe-tição, sabe o que aonteceu? Ela chegou em úl-timo lugar.
Moral: Muito barulho não significas grandes obras.